Questionar, questionar e questionar.
Questionar, questionar e questionar. Faz parte do universo se posicionar, afirmar e lutar. Ser forte, ela é forte, ela aguenta, aguenta, aguenta e vai aguentando até quando? Revolução, evolução, ação. O que não contam ou colocam uma venda é que a alma dessa galera não está à venda. Modificação, resistência para trabalhar a essência, o foco é na visão, com argumentação e sua real educação. A vida é cronologia, e as pessoas esquecem que elas precisam recarregar suas energias, o formato que é hoje pode não ser amanhã, as vistas sem ponto de vista, as brechas para reeducação com uma real ação. O universo suga e, quando cai em si, começa a questionar. As outras áreas que são tão importantes começam a desmoronar: assinatura, planos, presença sem ter um real foco na essência. Como conciliar tudo? Mas ela aguenta. O meio é forte, resistente, enquanto é visível que o universo é carente no entender, absorver e escutar, trazendo um molde para copiar. E de repente a galera grita, só quero ensinar, inspirar. Juntamente vem o questionar o quanto é difícil conciliar e a alma sangra, a cobrança do próprio ser de não estar conseguindo acompanhar traz a sensação de desconforto e nenhum momento tem um real conforto, o universo não quer entender com sorrisos nos rostos, vai colocando suas imposições, mas e o acompanhar a cronologia das modificações das gerações. A geração grita, pede espaço, sangra e, com resistência, continua a lutar, pois ela aguenta.
Dedico o texto a todas as áreas da arte da região, que acabam sendo resistência e o meio não tem noção da luta que é permanecer e continuar fazendo aquilo em que se acredita.
Parabéns.
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