ARTE

 Com o corpo cansado e alma leve, cheio de cicatrizes, energia, vou persistindo naquilo que acredito. Incompreendida, apontada, julgada, por muitas vezes errada. A calmaria, amor e dor entrelaçam no clamor, arte sim, arte sempre, arte consistente. O entender ligado ao fazer, cada vez aprofundando em um vazio, que transborda cores e sentimentos que vão guiando em diversos acalentos.

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