Pesquisar ou não pesquisar: Eis a questão.
Pesquisar ou não pesquisar: Eis a questão.
Com essa loucura das eleições de 2018 me peguei em uma enxurrada de FAKE NEWS no meu facebook.
Foi realmente de assustar, não estarei defendendo nenhum lado político, só para deixar claro. O que me chamou a atenção foi o “famosinho” da eleição, ou melhor, um deles, que veio com um papo de que estariam sendo distribuídos nas escolas livros que tratam sobre questões sexuais. Em primeiro lugar, o que tem de ruim se isso estivesse acontecendo? Pois só consigo ver vantagens, mais vamos refletir um pouco:
Houve pais que ficaram extremamente preocupados e aflitos e foram até as redes sociais para expressarem sua indignação, mais aí eu pergunto a vocês: Será que essa preocupação toda é o famoso “PARA INGLÊS VER”? Se realmente houvesse uma preocupação verdadeira as pessoas participariam da vida escolar de seus filhos e saberiam que a “verdade” por trás do kit gay é igual a uma nota de três, não existe.
O que vale atualmente nesse nosso mundo caótico e globalizado é mostrar para todos que você está presente nas discussões mesmo que esteja mal informado? Não importa sua veracidade? O correto é compartilhar e participar sempre? Agora vamos dar uma refletida, bora pensar sem partido, frescura e machismo. Só um raciocínio simples sem pesquisas, dados nem nada, só o que deparamos diariamente em algumas horas.
Quantas pessoas vocês conhecem que são mães cedo? Quantas foram por falta de entendimento completo sobre a sexualidade? Quantas já pegaram algum tipo de doença? Quantas vocês sabem que são desinformadas sobre este assunto por diversos motivos e se preocupam? Quantas não têm informações em casa por causa do conservadorismo (Se irei conversar sobre isso com minha filha estarei incentivando)? Eu não concordo com esses pensamentos e acho que estão fazendo o oposto. Desafio a quem ler pesquisar sobre a sexualidade o que ela aborda e quais são suas consequências no nosso país.
Foi realmente de assustar, não estarei defendendo nenhum lado político, só para deixar claro. O que me chamou a atenção foi o “famosinho” da eleição, ou melhor, um deles, que veio com um papo de que estariam sendo distribuídos nas escolas livros que tratam sobre questões sexuais. Em primeiro lugar, o que tem de ruim se isso estivesse acontecendo? Pois só consigo ver vantagens, mais vamos refletir um pouco:
Houve pais que ficaram extremamente preocupados e aflitos e foram até as redes sociais para expressarem sua indignação, mais aí eu pergunto a vocês: Será que essa preocupação toda é o famoso “PARA INGLÊS VER”? Se realmente houvesse uma preocupação verdadeira as pessoas participariam da vida escolar de seus filhos e saberiam que a “verdade” por trás do kit gay é igual a uma nota de três, não existe.
O que vale atualmente nesse nosso mundo caótico e globalizado é mostrar para todos que você está presente nas discussões mesmo que esteja mal informado? Não importa sua veracidade? O correto é compartilhar e participar sempre? Agora vamos dar uma refletida, bora pensar sem partido, frescura e machismo. Só um raciocínio simples sem pesquisas, dados nem nada, só o que deparamos diariamente em algumas horas.
Quantas pessoas vocês conhecem que são mães cedo? Quantas foram por falta de entendimento completo sobre a sexualidade? Quantas já pegaram algum tipo de doença? Quantas vocês sabem que são desinformadas sobre este assunto por diversos motivos e se preocupam? Quantas não têm informações em casa por causa do conservadorismo (Se irei conversar sobre isso com minha filha estarei incentivando)? Eu não concordo com esses pensamentos e acho que estão fazendo o oposto. Desafio a quem ler pesquisar sobre a sexualidade o que ela aborda e quais são suas consequências no nosso país.
Beatriz Sanches de Melo.
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