Nada de história
Nada de história Para onde for vou-te levar não sou muito boa com as palavras e nem me expressar, mais quando escrevo as explicações e o que tinha imaginado para aquela dúvida, momento e tempo vão surgindo com um piscar. Quantas vezes-me vi em becos sem saídas e por orgulho preferi calar-me , não segui ir adiante , desistir no meio do caminho ou até mesmo perto do final. Não há explicação quando está perto queima igual vulcão é uma sensação que a distância parece o melhor remédio e desta forma vou preferindo o tédio. Quantas bocas já beijei imaginando e procurando a sua, tentando ter a mesma sensação aquela aflição; quantos corpos já toquei e imaginei-te nu só buscando aquele arrepiar que vem junto um delirar. É um desejo que de repente vai surgindo no ar sem aviso prévio, desta forma decido caminhar, só caminhar sem parar e nem tão pouco olhar para trás somente seguindo em linha reta sem possibilidades de rotatórias ou retornos. Mesmo focando nesta opção em alguns momentos...